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terça-feira, 10 de setembro de 2019
segunda-feira, 2 de setembro de 2019
Parábola do credor incompassivo
A parábola hoje
indicada para estudo é a do credor incompassivo que assim está redigida:
“Então
Pedro, aproximando-se de Jesus lhe perguntou: Senhor, quantas vezes pecará meu
irmão contra mim, que lhe hei de perdoar? Será até sete vezes? Respondeu-lhe
Jesus: Não te digo que até sete vezes, mas até setenta vezes sete vezes. Por
isso o Reino dos Céus é semelhante a um rei, que resolveu ajustar contas com os
seus servos. E tendo começado a ajustá-las, trouxeram um que lhe devia dez mil
talentos. Não tendo, porém, o servo com que pagar, ordenou o seu senhor que
fossem vendidos - ele, sua mulher, seus filhos e tudo quanto possuía, e que se
pagasse a dívida. O servo, pois, prostrando-se, o reverenciava dizendo: Tem
paciência comigo, que te pagarei tudo! E o senhor teve compaixão daquele servo,
deixou-o ir e perdoou-lhe a dívida. Tendo saido, porém, aquele servo, encontrou
um de seus companheiros, que lhe devia cem denários; e, segurando-o, o
sufocava, dizendo-lhe: Paga o que me deves! E este, caindo-lhes aos pés,
implorava: tem paciência comigo, que te pagarei! Ele, porém, não o atendeu; mas
foi-se embora e mandou conservá-lo preso, até que pagasse a dívida. Vendo,
pois, os seus companheiros o que se tinha passado, ficaram muitíssimo tristes,
e foram contar ao senhor tudo o que havia acontecido. Então, o senhor
chamando-o, disse-lhe: servo malvado, eu te perdoei toda aquela dívida, porque
me pediste; não devia também ter compaixão do teu companheiro, como eu tive de
ti? E irou-se o seu senhor e o entregou aos verdugos, até que pagasse tudo o
que lhe devia. Assim também meu Pai celestial vos fará, se cada um de vós do
íntimo do coração não perdoar a seu irmão" (Mateus, XVIII, 21-35)
Esta parábola remete
ao Pai Nosso (“perdoa nossas dívidas assim como perdoamos aos nossos
devedores”) e ao Cristo na cruz (“perdoai, Pai, pois não sabem o que fazem”).
Ensina o perdão sem limites, mostra que recebemos pela mesma moeda com que
pagamos e destaca que a indulgência que praticamos é a que receberemos e o
rigor que praticamos é o que também receberemos, lembrando que Deus provê as
oportunidades de resgate de nossas faltas e cabe-nos aproveitá-las, também as
dando ao próximo. Enfatiza a necessidade do perdão ser sincero (logo, geral,
amplo e incondicional) – a ser dado aqui, neste plano em que estamos
encarnados, pois este é o plano de provas e expiações - e de fazermos por
merecê-lo, o que reclama reparar erros e denota que não se precisa “julgar” e
“condenar” o próximo – a corrigenda virá por si mesma – e também que não há
“pena eterna” – paga a dívida, está-se liberado. Enfim, perdoar denota bondade
e tolerância além de compreensão e paciência e liberta o espírito da
negatividade inerente a sentimentos de ódio, ressentimento, mágoa, tristeza,
idéia de revanche (vingança). Cumpre lembrar, por fim, que perdoar significa
ter em mente faltas verdadeiras. Isto é dito não em função de quem ofende, mas
de quem se crê ofendido, pois vivemos tempos em que nos vitimizamos ao extremo,
pondo-nos constantemente em condição de credor. Por evidente, há o outro lado
da moeda. Se nos tomamos constantemente como vítimas, igualmente somos também
tomados constantemente como ofensores, coisa que relutamos em assumir. Além
disso, a autovitimização nos põe a salvo de cobrar de nós mesmos
responsabilidades que nos são próprias e não podem ser delegadas ou esquecidas.
É processo mental que nos aliena, nos torna imaturos e faz com que não tenhamos
vontade de nos autocorrigir.
Cairbar Schutel, Paulo
Alves Godoy e Rodolfo Calligaris fizeram a respeito da parábola, por fim, os
seguintes comentários.

1 - CAIRBAR SCHUTEL No
capítulo VI do Sermão do Monte, segundo Mateus, versículo 5 a 15, ensinou Jesus
a seus discípulos e à multidão que se apinhava para ouvir os seus ensinos, a
maneira como se deveria orar; e aproveitou o ensejo para resumir num excelente
e substancioso colóquio com Deus, a súplica que ao poderoso Senhor devemos
dirigir cotidianamente. O Mestre renegava as longas e intermináveis rezas que
os escribas e fariseus do seu tempo proferiam, de pé nas sinagogas e nos cantos
das ruas, para serem vistos pelos homens. Observou a seus ouvintes que tal não
fizessem, mas que, fechada a porta do seu quarto, dirigissem, em secreto, a
súplica ao Senhor. A fórmula de oração e compromissos que teriam de assumir os
suplicantes, e dos quais se destaca o que constitui objeto dos ensinos que se
acham contidos na Parábola do Credor Incompassivo: "Perdoa as nossas
dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores". Do cumprimento ou
não desta obrigação, depende o deferimento ou indeferimento do nosso
requerimento. Além disso, nesse dever se resume toda a confissão, comunhão,
extrema-unção, etc... Aquele que confessar, comungar, receber a unção, mas não
perdoar os seus devedores, não será perdoado; ao passo que o que perdoar será
imediatamente perdoado, independentemente das demais praxes recomendadas pela
Igreja de Roma ou quaisquer outras igrejas, como meio de salvação. Acontece
ainda que o perdão, conforme o Cristo ensinou a Pedro, deve ser perpétuo, e não
concedido uma, duas ou sete vezes. Daí vem a parábola explicativa da concessão
que devemos fazer ao nosso próximo, para podermos receber de Deus o troco na
mesma moeda. Vemos que o primeiro servo a chegar foi justamente o que mais
devia: 10.000 talentos! Soma fabulosa naquele tempo, para um trabalhador, não
só naquele tempo como também hoje, pois valendo cada talento CR$ 1.890,00 em
moeda brasileira, 10.000 atingia a respeitável soma de CR$ 18.900.000,00
(dezoito milhões e novecentos mil cruzeiros). Se algum servo, que só tivesse
mulher, filhos e alguns haveres ficasse devendo essa importância para o Vaticano,
depois de entregue ao braço forte seria irremissivelmente condenado às penas
eternas do Inferno! Jesus escolheu mesmo essa quantia avultada para melhor
impressionar seus ouvintes sobre a bondade de Deus e a natureza da doutrina que
em nome do Senhor estava transmitindo a todos. Nenhum outro devedor foi
lembrado na parábola, porque só o primeiro era bastante para que se completasse
toda a lição. Pois bem, esse devedor, vendo-se ameaçado de ser vendido com ele
sua mulher e seus filhos, sem eximir-se do pagamento, pediu moratória,
valendo-se da benevolência do rei; este, cheio de compaixão, perdoou-lhe a
dívida, isto é, suspendeu as ordens que havia dado para que tudo quanto
possuía, mulher, filhos e mesmo o servo, fossem vendidos para o pagamento. Mas
continua a parábola, aquele devedor, que havia recebido o perdão, logo ao sair
encontrou um de seus companheiros que lhe devia cem denários, ou seja
CR$...31,50 da nossa moeda, verdadeira bagatela que para ele, homem devedor de
aproximadamente 19 milhões de cruzeiros, por certo nada representava; e exigiu
do devedor, violentamente o seu dinheiro. Ao desdobrar-se aquele cena, os seus
companheiros, que haviam presenciado tudo o que se passara, indignaram-se e
foram contar ao rei o acontecido. Daí a nova resolução do senhor; entregou o
servo malvado aos verdugos, a fim de que o fizessem trabalhar à força, até que
lhe pagasse tudo o que lhe devia. Esta última condição é também interessante:
paga a dívida, recebe o devedor a quitação; o que quer dizer: sublata causa,
tolitur effectus. A dívida deve forçosamente constar de um certo número de
algarismos; subtraídos estes por outros tantos semelhantes, o resultado há de
se 0. Quem deve 2 paga 2, nada fica devendo; quem deve dezoito milhões e
novecentos mil cruzeiros e paga dezoito milhões e novecentos mil cruzeiros, não
pode continuar a ficar pagando dívida. Isto é mais claro que água cristalina.
Termina Jesus a parábola afirmando: "Assim também meu Pai Celestial vos
fará, se cada um de vós do íntimo do coração não perdoar a seu irmão". Sem
dúvida, é tão difícil a um pecador pagar dezoito milhões e novecentos mil
pecados, como a um trabalhador pagar dezoito milhões e novecentos mil
cruzeiros. Mas, tanto um como outro têm a eternidade diante de si; o que não se
pode fazer numa existência, far-se-á em duas, vinte, cinquenta, far-se-á na
outra vida, em que o Espírito não está inativo. Tudo isso está de acordo com a
bondade de Deus, aliada à sua justiça; o que não pode ser é o indivíduo pagar
eternamente e continuar a pagar, depois de já ter pago. A lei do perdão é
inflexível, reina no Céu tal como a prescreveu na Terra o Mestre nazareno, cujo
Espírito alheio aos princípios sacerdotais, aos dogmas e mistérios das igrejas,
deve ser ouvido, respeitado, amado e servido.
2 - PAULO ALVES GODOY
A parábola do Credor Incompassivo merece uma análise mais profunda, pois ela
deixa entrever, numa escala reduzida, o que ocorre na Justiça Divina: há
necessidade de se perdoar, para também ser perdoado. Jesus Cristo, num dos seus
maravilhosos ensinos, recomenda que devemos perdoar os nossos desafetos
enquanto estivermos a caminho com Ele, o que implica em dizer que cumpre
perdoar os nossos ofensores enquanto estivermos com eles na Terra, porque,
aqui, na realidade, é o palco dos reajustes e das expiações. Indagado pelo
apóstolo Pedro sobre quantas vezes dever-se-ia perdoar um ofensor: duas, três
ou sete vezes, o Mestre retrucou: "Não deveis perdoar sete, mas setenta
vezes sete vezes". Isso significa que devemos estar sempre animados do
desejo de perdoar, pois, Deus sempre leva em consideração aqueles que sabem
relevar as faltas do seu próximo, esquecenndo todo e qualquer ressentimento. Na
parábola, observamos que um determinado rei, face à súplica de um dos seus
servos que lhe devia elevada quantia, e que estava na iminência de ser vendido
juntamente com seus familiares, para o ressarcimento da dívida, resolveu
perdoá-lo, deixando-o ir livre. Porém, o servo que havia merecido o perdão de
suas dívidas, saindo dali, deparou com um seu companheiro, o qual lhe devia uma
quantia só que irrisória. Ao fazer a cobrança da dívida, o devedor arrojou-se a
seus pés pedindo clemência. O credor, no entanto, foi incompassivo, ordenando
que o homem fosse preso até que a dívida fosse paga, fazendo-o após de agarrá-lo
pelo pescoço, e praticado um ato de violência. Outros seus companheiros, que
estavam na praça e haviam presenciado a atitude inqualificável daquele homem,
foram denunciar o fato ao rei. O rei, indignado com o seu procedimento, ordenou
que ele viesse à sua presença, e admoestou-o severamente pela sua atitude
impiedosa, e voltando atrás em sua deliberação anterior, ordenou que o servo
incompassivo fosse entregue aos torturadores, e mantido preso até que a dívida
fosse quitada. Virtude santificante é saber perdoar, mas poucos sabem usá-la.
Jesus Cristo, na hora extrema da sua crucificação, ergueu os olhos aos Céus e
rogou ao Pai que perdoasse os seus algozes, porque eles não sabiam o que
estavam fazendo, representando essa sua atitude um autêntico exemplo de bondade
e de tolerância para com as faltas alheias. Essa demonstração de amor ao
próximo deve servir de paradigma para todas as gerações. A falta cometida por
qualquer pessoa, reclama reajustamento no futuro, e as piores coisas que podem
acontecer aos nossos Espíritos, ao adentrarem a vida futura, é levar os
corações inundados de ódio e de sentimentos de vingança. Isso,
indubitavelmente, servirá para acarretar sensíveis atrasos em nosso processo
evolutivo. Quando suplicamos ao Pai, na oração dominical: "Perdoai as
nossas dívidas, assim como perdoamos aos nossos devedores", geralmente
fazemos uma promessa inócua, um verdadeiro engodo. Queremos realmente que Deus
perdoe as nossas grandes dívidas e ofensas, em retribuição prometemos, mas não
cumprimos, dispensar o perdão àqueles que nos devem muito pouco. Não devemos,
desta maneira, agir como o credor incompassivo. Sempre que suplicarmos o perdão
a Deus, devemos ter em mente que torna-se mister possuirmos um coração limpo de
qualquer ressentimento, estando sempre animados do propósito de perdoar o nosso
próximo, com o esquecimento de todos os males que nos tenham atingido.
3 - RODOLFO CALLIGARIS
Esta parábola de Jesus é uma ilustração admirável daquela frase contida na
oração dominical, em que ele nos ensina a rogar ao Pai celestial: "perdoa
as nossas dívidas assim como nós perdoamos aos nossos devedores." O
primeiro servo era devedor da quantia de dez mil talentos, soma fabulosa, que,
em nossa moeda, equivaleria hoje a uns duzentos milhões de cruzeiros. Esse
devedor, vendo-se ameaçado de ser vendido, e mais a mulher, os filhos, e tudo
quanto possuía, para resgate da dívida, pediu moratória, isto é, um prazo para
que pudesse satisfazer a tão vultoso compromisso, e o rei, compadecendo-se
dele, deferiu-lhe o pedido. Pois bem, mal havia obtido tão generoso
atendimento, eis que encontrou um companheiro que lhe devia uma bagatela, ou
sejam, cem denários (aproximadamente quatrocentos cruzeiros) e, para reaver o
seu dinheiro, não titubeou em usar de recursos violentos. Lamentavelmente, esta
é, ainda em nossos dias, a norma de conduta de grande parte da Humanidade.
Reconhece-se pecadora, não nega estar sobrecarregada de dívidas perante Deus,
cujas leis transgride a todo instante, mas, ao mesmo tempo que suplica e espera
ser perdoada de todas as suas prevaricações, age, com relação ao próximo, de
forma diametralmente oposta, negando-se a desculpar e a tolerar quaisquer
ofensas, por mais mínimas que sejam. Continua a parábola dizendo que o rei,
posto a par do que havia acontecido com o segundo servo, mandou vir o primeiro
à sua presença e, em nova disposição, após verberar-lhe a falta de comiseração
para com o seu companheiro, determinou aos verdugos que o prendessem e o
fizessem trabalhar à força até que pagasse tudo quanto lhe devia . Este tópico
da narrativa evangélica é de suma importância. Revela, claramente, que há
sempre um limite no pagamento das dívidas. Estas podem, algumas vezes, ser
realmente muito vultosas, como no caso prefigurado dez mil talentos! - mas, uma
vez pago esse montante, o devedor fica com direito à quitação. Semelhantemente,
o pagamento de dez mil pecados pode determinar longos períodos de sofrimento,
muitas existências expiatórias, mas, uma vez restabelecido o equilíbrio na
balança da Justiça Divina, ninguém pode ser coagido a ficar pagando eternamente
aquilo de que já se quitou. Jesus finaliza, afirmando: "Assim também meu
Pai celestial Vos fará, se cada um de vós, do íntimo do coração, não perdoar a
seu irmão." Disto se conclui que a vontade de Deus é que nos adestremos na
prática do perdão e da indulgência, e, para estimular-nos à conquista dessas
virtudes, a todos favorece com Sua longanimidade e inexcedível misericórdia.
Àqueles, porém, que se mostram impiedosos e brutais nas atitudes que assumem
contra os que os ofendem ou prejudicam, faz que conheçam, a seu turno, o rigor
da Providência, a fim de que aprendam, por experiência própria, qual a melhor
maneira de tratar seus semelhantes.
Colaboração: Randolfo
TAREFA REFLEXÃO SOBRE A FÓRMULA DE EMOTO

A questão a seguir nos sugerem reflexões internas. Façam um texto a partir das questões e me entreguem na próxima quinta - feira, 05/09 e iremos juntos aproveitar par discutirmos também as questões de ética e moral na umbanda.
Pensando na fórmula de Emoto percebemos que, como Jesus disse, o poder do Verbo (palavra) nos diferencia em nossa conduta moral. Lembrando que, para que haja palavra é necessário que haja pensamento, o que você anda pensando e enviando para para o Universo atrai aquilo que vibra igualmente. Lembrem se de suas dificuldades e dores, seus anseios, seus medos. Agora coloque tudo isto dentro de um pensamento cristão. O que de fato você tem sido? Onde quer chegar? o que te impede?
Aos médiuns, por exemplo, incluam suas suas condutas atuais e que médiuns deveriam ser. Como aproveitar melhor este dom nos presenteado?
Bom texto!
Renata Tonini
Experiência de Masaru Emoto
A palavra, junto com o poder da vibração, é capaz de criar, curar e também destruir. A teoria indica que, quando focalizamos nossa mente em algo, e a isto somamos o sentimento e a emoção, para finalmente expressá-lo, estamos exteriorizando e materializando um poder que estará afetando os reinados da matéria.
O Universo vibra, a Fonte cria numa explosão de vibração. As palavras convertem as vibrações da natureza em som. Durante a nossa evolução, nós aprendemos quais sons são perigosos, quais sons são calmantes e seguros, quais sons são prazerosos e assim por diante. Nós, vagarosamente, aprendemos sobre as várias vibrações das leis da natureza. Nós aprendemos isso pelo instinto e pela experiência e acumulamos estas informações as gravando em nosso cérebro. Começamos por sons simples como "a" ou "u" ou "e", que foi se envolvendo em sons mais complexos como "Amor". E estas palavras positivas criaram estruturas cristalinas "naturais" – que são todas baseadas no hexágono.
O pensamento (vibração potencial) necessita ser Verbalizado (vibração dinâmica) caso contrário não existe a Manifestação. A verbalização, para que possa ser entendida, necessita de quem A Escute. A Primeira atitude do Criado portanto, é Escutar.
Neste sentido, religiões mais tradicionais tem a tendência de entonações de sons altos em suas orações, sejam os evangélicos em suas louvações, os pontos de umbanda e candomblé cantados, mesmo os xintoístas estão nesta vibração.
São estas vibrações que transformam aquilo que enviamos a alguém através do que desejamos.
Este vídeo a seguir, Masaru Emoto, que nasceu em Yokohama, 22 de julho de 1943 e faleceu em Tóquio, 17 de outubro de 2014 foi um foi um fotógrafo e escritor que executou experiências com a água, submetendo-a ao pensamento humano. Segundo ele, palavras ou pensamentos fazem com que as moléculas de água se comportem de formas diferentes. Vejam o vídeo com atenção e depois teremos uma tarefa de reflexão.Bom vídeo!
Renata Tonini
quinta-feira, 29 de agosto de 2019
PARÁBOLA DA FIGUEIRA QUE SECOU
"Pela manhã, ao voltar Jesus à cidade, teve fome. E vendo uma figueira à beira do caminho, dela se aproximou, e não achou nela senão folhas; e disse-lhe: Nunca jamais nasça de ti frutos, no mesmo instante secou a figueira. E vendo isto, os seus discípulos maravilharam-se e perguntaram: Como é que repentinamente secou a figueira? Respondeu-lhes Jesus: Em verdade vos digo que se tiverdes fé e não duvidardes, fareis não só o que foi feito a figueira, mas até se disserdes a este monte: Levanta-te e lança-te ao mar, isto será feito e tudo o que, com fé, pedirdes em vossos corações, haveis de receber". (Mateus, XXI, 18-22 - Lucas, XIII, 6-9)
Sobre ela, assim fizeram comentários Cairbar Schutel, Paulo Alves Godoy e Rodolfo Calligaris
1 - CAIRBAR SCHUTEL Magnífica parábola! Estupendo ensinamento! Quantas lições aprendemos nestes poucos versículos do Evangelho! Se encararmos a narrativa pelo lado científico, observaremos a morte de uma árvore em virtude de uma grande descarga de fluidos magnéticos, que imediatamente secaram a mesma. A Psicologia Moderna, com suas teorias edificantes e substanciosas, e com seus fatos positivos, mostra-nos o poder do magnetismo, que utiliza os fluidos do Universo para destruir, conservar e vivificar. A cura das moléstias abandonadas pela Ciência oficial é a mumificação de cadáveres pelo magnetismo, já se acham registrados nos anais da História, não deixando mais dúvida a esse respeito. No caso da figueira não se trata de uma conservação, mas ao contrário, de uma destruição, semelhante à destruição das células prejudiciais e causadoras de enfermidades, como na cura dos dez leprosos, e outras narradas pelos Evangelhos. A figueira não dava fruto porque sua organização celular era insuficiente ou deficiente, e Jesus, conhecendo esse mal, quis dar uma lição aos seus discípulos, não só para lhes ensinar a terem fé, mas também para lhes fazer ver que os homens e as instituições infrutíferas, como aquela árvore sofreriam as mesmas consequências. Pelo lado filosófico, realça da parábola a necessidade indispensável da prática das boas obras, não só pelas instituições, como pelos homens. Um indivíduo, por mais bem vestido e mais rico que seja, encaramujado no seu egoísmo, é semelhante a uma figueira, da qual, em nos aproximando, não vemos mais que folhas. Uma instituição, ou uma associação religiosa, onde se faça questão de estatuto, de cultos, de dogmas, de mistérios, de ritos, de exterioridades, mas que não pratique a caridade, não exerce a misericórdia; não dá comida aos famintos, roupa aos nus, agasalho e trato aos doentes; não promove a propaganda do amor ao próximo, da necessidade do erguimento da moral, do estabelecimento da verdadeira fé, esta instituição ou associação, embora tenha nome de religiosa, embora se diga a única religião fora da qual não há salvação (como acontece com o Catolicismo de Roma), não passa de uma "figueira enfolhada, mas, sem frutos". O que precisamos da árvore são os frutos. O que precisamos da religião são as boas obras. Os dogmas só servem pra obscurecer a inteligência; os sacramentos, para falsear os ensino do Cristo; as festas, passeatas, procissões, imagens, etc.. para consumir dinheiro em coisas vãs e iludir o povo com um culto que foi condenado pelos profetas dos tempos antigos, no Velho Testamento, e por Jesus Cristo, no Novo Testamento. A religião do Cristo não é a religião das ‘folhas’ mas sim, a dos frutos! A religião do Cristo não consiste nesse ritual usado pelas religiões humanas. A religião que o Cristo preconizou, não foi, portanto, a fé em dogmas católicos ou protestantes, mas, sim, a fé na vida eterna, a fé na existência de Deus, a fé, isto é, a convicção da necessidade da prática da caridade! Aquele que tiver essa fé, aquele que souber adquiri-la, tudo o que pedir em suas orações, sem dúvida receberá, porque limitará seus pedidos àquilo que lhe for de utilidade espiritual, assim como se tornará apto a secar figueiras, dessa figueiras que perambulam nas ruas seguidas de meia dúzia de bajuladores; dessa figueiras, como as religiões sem caridade, que iludem incautos com promessas ilusórias, e com afirmações temerosas sobre os destinos das almas. A figueira sem frutos é uma praga no reino vegetal, assim como os egoístas e avarentos são pragas na Humanidade, e as religiões humanas são pragas prejudicialíssimas à seara do Senhor. Não dão frutos; só contêm folhas. Estudada pelo lado científico, a parábola é um portento, porque, de fato, Jesus, com uma palavra, fez secar a figueira. Nenhum sábio da Terra é capaz de imitar o Mestre! Encarada pelo lado filosófico, a lição da figueira que secou é um aviso do que vai acontecer aos homens semelhantes à figueira sem frutos; e às religiões que igualmente só têm folhas! Nesta parábola aprende-se ainda que a esterilidade, parece, é mal inevitável! Em todas as manifestações da Natureza, aqui e ali, se vê a esterilidade como que desnaturando a criação ou transviando a obra de Deus! Nas plantas, nos animais, nos humanos, a esterilidade é a nota dissonante, que estorva a harmonia universal. Na Ciência, na Religião, na Filosofia, até na Arte a na Mecânica, o ferrete da esterilidade não deixa de gravar o seu sinal infamante! Acontece, porém, que chegado o tempo propício, a obra estéril desaparece para não ocupar inutilmente o campo de ação onde se implantou. A figueira estéril da parábola é a exemplificação de todas essas manifestações anômalas que se desdobram às nossas vistas. Para não sair do tema em que devemos permanecer e constitui o objeto deste livro, vamos comparar a figueira estéril com as ciências humanas e as religiões sacerdotais. À primeira vista, não parece ao leitor que a parábola se adapta perfeitamente a estas manifestações do pensamento absoluto e autoritário? Vemos uma árvore, reconhecemos nessa árvore uma figueira; está bem entroncada, bem enfolhada, bem adubada, vamos procurar figos e nem uma fruta encontramos! Vemos uma segunda "árvore", que deve ser a da vida reconhecemos nela uma religião que já permanece há muitos anos e vem sendo transmitida de geração a geração; procuramos nela verdades que iluminem, consolos que fortifiquem, ensinos que instruam, fatos que demonstrem, e nada disso achamos, a despeito da grande quantidade de adubo que lançam em redor dessa mesma "árvore". O que falta ao Catolicismo Romano para assim se encontrar desprovido de frutos? Falta-lhe porventura igrejas, fiéis, dinheiro, livros, sabedoria? Pois não tem eles seus sacerdotes no mundo todo, suas catedrais pomposas, seus templos? Não tem ele com o seuki papa a maior fortuna que há no mundo, completamente estéril, quando deveria converter esse tesouro, que os ladrões alcançam, naquele outro tesouro do Evangelho, inatingível aos ladravazes e aos vermes? Não tem ele milhões e milhões de adeptos que sustentam toda a sua hierarquia? Por que não pode a Igreja dar frutos demonstrativos do verdadeiro amor, que é imortal? Por que não pode demonstrar a imortalidade da alma, que é a melhor caridade que se pode praticar? E o que diremos dos seus ensinos arcaicos e irrisórios, semelhantes às folhas enferrujadas de uma figueira velha? Do seu dogma do Inferno eterno; do seu artigo de fé sobre a existência do diabo; dos seus sacramentos e mistérios tão caducos e absurdos, que chegam a fazer de Deus um ente inconcebível e duvidoso? E assim como é a religião, é a ciência de homens, desses mesmos homens que, embora completamente divergentes dos ensinos religiosos dos padres, por preconceito e por servilismo andam com eles de braços dados, como se cressem na "fé" pregada pelos sacerdotes! Essa ciência terrena que todos os dias afirma e todos os dias se desmente! Essa ciência que ontem negou o movimento da Terra e hoje o afirma; que preconizou a sangria para depois condená-la; que proclamou as virtudes do emético para anos depois execrá-lo como um deprimente; que hoje, de seringa em punho, transformou o homem num laboratório químico, para amanhã ou depois, condenar como desumano esse processo! E o que falta à Ciência para solucionar esse problema da morte, que lhe parece como fantasma funesto? Faltar-lhe-á "adubo"? Mas não estão aí tantos sábios? Não tem ela recursos disponíveis para investigação e experiência? Não lhe aparecem a todos os momentos fatos e mais fatos de ordem supra materiais, meta-materiais para serem estudados com método? Senhor! Está vencido o ano que concedestes pra que cavássemos em roda da ‘árvore’ e deitássemos adubo para alimentar e fortificar suas raízes! Ela não dá mesmo frutos e os adubos que temos gasto só tem servido para tornar a árvore cada vez mais frondosa e enfolhada, prejudicando assim o já pequeno espaço de terreno! Manda cortá-la e recomenda a teus servos que não só o façam, mas que também lhe arranquem as raízes! Ela ocupa terreno inutilmente. Em três dias faremos nasceu em seu lugar uma que preencha os seus fins, e tantos serão seus frutos que a multidão que nos rodeia não vencerá apanhá-los! A esterilidade é mal incurável, que se manifesta nas coisas físicas e metafísicas. Há pessoas que são estéreis em sentimentos afetivos, outras em atos de generosidade, outras o são para as coisas que afetam a inteligência. Por mais que se ensinem, por mais que se exaltem, por mais que se ilustrem, as mesmas permanecem como figueira da parábola: não há esterco, não há adubos, não há orvalho, não há água que se façam frutificar! Estas, só o fogo tem poder sobre elas!”
2 - PAULO ALVES GODOY Eis um dos numerosos ensinamentos de Jesus, que deixaria de ter sua razão de ser, se examinado à luz da unicidade da existência física. Como seria possível enquadrar a majestosidade da Parábola da Figueira Estéril, na estreiteza do dogma da existência única do Espírito na carne? Qualquer análise, mesmo superficial da parábola em tela, leva à conclusão de que o objetivo do Mestre, ao ensiná-la, foi de dar prova patente da multiplicidade das existências físicas do Espírito. Em Sua infinita misericórdia e amor, Deus propicia a todas as almas a possibilidade de se reencamarem sucessivamente, no propósito de assegurar-lhes a evolução através dos embates inerentes à vida corporal. Não foi outra a ideia do Cristo, quando asseverou a Nicodemos a imperiosidade do renascimento da água e do Espírito, equivalente à reencarnação do próprio Espírito no corpo material. Na parábola acima, o Nazareno ensinou que o Pai enseja a reencarnação, porém, exige a devida contraprestação representada na retribuição, através das boas obras: os frutos bons da ação desenvolvida no plano terreno. Ao Espírito não é dado permanecer, obstinadamente, na improdutividade ou na prática das más ações, sem que venha a sofrer o impacto da aplicação da lei eterna e imutável, que rege os destinos de todas as criaturas humanas, traduzido em expiação e resgate. A parábola em foco, interpretada em seu verdadeiro sentido, contém em suas entrelinhas uma ocorrência védica e comum de reencamação. Um Espírito obtém do Alto a graça da reencarnação neste ou em outro planeta, entretanto, decide-se a levar vida inútil e prejudicial a si e ao próximo. A morte física arrebata-o e a vida no além-túmulo dá-lhe a devida corrigenda, todavia, ao reintegrar-se novamente no convívio dos encarnados, continua o mesmo gênero de vida desregrada e improdutiva. O episódio da morte se repete com seu inenarrável cortejo de sofrimento no plano espiritual, porém, Deus misericordioso e bom dá-lhe outras oportunidades de reintegração no mundo corpóreo. Ainda, mais uma vez, não houve a esperada produtividade e evolução, e a lei torna a exigir o devido ajuste. O Mestre, na parábola representado pelo vinhateiro, roga ao Senhor dos Mundos para que nova oportunidade seja dada ao Espírito recalcitrante, cercada de outros carinhos e em outro ambiente (com a terra escavada e adubada), esperando, paciente, que, desta vez, surjam os esperados frutos. A atitude que vier a ser tomada pelo Espírito reencarnado é que irá resolver a situação. Se ele continuará a reencarnar (a ocupar o lugar na Terra), ou se cederá o lugar a outro e ser punido, por longo período, pelos sofrimentos indescritíveis de um umbral terrificante, onde há "choro e ranger de dentes", até que se decida, um dia, a merecer a dádiva generosa de poder, novamente, se reintegrar no mundo e submeter-se a nova série de experiências soerguedoras. Os livros espíritas nos dão esclarecimento de Espíritos que passam séculos e séculos no adormecimento ou entorpecimento. São estes, os Espíritos que estão resgatando, no tempo e no espaço, a falta oriunda da nulidade que representaram na Terra, e do mau uso que fizeram das oportunidades que o Pai lhes concedeu. O Pai não quer a morte do ímpio, mas quer que se redima e viva, consoante o que nos ensinou o profeta; entretanto o Espirito que malbarata os talentos e os dons preciosos que o Alto lhe concede, passará por longos períodos expiatórios nos planos inferiores da espiritualidade, deixando de ocupar a Terra inutilmente, e cedendo o lugar a seres mais predispostos ao trabalho e à produtividade. Certamente ele não se perderá, mas longos séculos decorrerão antes que venha a obter a graça de novas oportunidades de reintegração no ambiente físico. Deus, em Sua infinita misericórdia, concede sempre novas oportunidades a Seus filhos, quando estes fracassam nas tarefas que lhes são confiadas. A Parábola da Figueira Estéril é bastante decisiva. Nela vemos o empenho do lavrador em conseguir do Senhor da Seara que nova oportunidade fosse dada à figueira. No caso em apreço: um trato todo especial e com redobrado carinho, pois assim, talvez, ela viesse a produzir os frutos esperados. O Mestre comparou a figueira ao homem, entretanto, devemos convir que, muitos homens não conseguiram produzir boas obras, devido ao fato de terem sido conspurcados os mananciais dos ensinamentos revelados por Jesus Cristo. A mensagem viva que Ele nos legou, e que deve servir de roteiro para todas as criaturas, sofreu o impacto dos interesses mundanos e o seu esplendor foi ofuscado, temporariamente, pelos preceitos e por princípios doutrinários de natureza humana. As religiões passaram a acenar aos homens com mensagens dúbias; adornaram seus templos com pompas e riquezas; fizeram com que as tradições inócuas se constituíssem no ponto alto de suas cogitações; fomentaram lutas sangrentas e fratricidas por causas de dogmas petrificados; apresentaram um Deus com os mesmos atributos que eram conferidos ao Jeová, dos idos de Moisés; enfim, "ataram pesados fardos nos ombros dos seus prosélitos, mas nem com os dedos ousaram tocá-los", segundo o dizer judicioso de Jesus. Esse estado de coisas, agravado com o fato de se punir com a morte todo aquele que entrasse em comunicação com o mundo espiritual, fez com que os homens tivessem um falso conceito da Misericórdia Divina, passando a ver no Pai de amor e de justiça, que Jesus nos apresentou, um deus despótico, irascível, o deus de Torquemada, de Loyola, das cruzadas, da noite de S. Bartolomeu. A fé foi abalada, as convicções foram solapadas e os sentimentos de amor e de fraternidade se esfriaram. Os homens foram privados daquele manancial de água-viva que constituiu a cogitação primária de Jesus, e, como decorrência, arrefeceram-se os esforços em favor da reforma íntima e muitos se escudaram num sistema através do qual se delegam a terceiros os problemas intransferíveis da chamada salvação. O acesso ou não ao reino dos Céus passou a ser uma questão de servir ou não servir a determinada igreja. Os homens, que na parábola são comparados à figueira, deixaram de produzir as obras esperadas. Cresceram, agigantaram-se na conquista das posses terrenas e esqueceram-se do "Amai-vos uns aos outros". Passaram a adorar um deus de feição profundamente humana, deixando de lado o Deus misericordioso, piedoso e perfeito que nos foi legado por Jesus Cristo. A figueira tomou-se improdutiva. O Senhor da Seara, através da aplicação das suas leis sábias e eternas, aceitou a solicitação do Meigo Agricultor, de permitir que a figueira fosse beneficiada com novos recursos, estercando-a e revolvendo-se a terra, onde estava plantada. Através do Espiritismo foram revelados novos mananciais de ensinamentos, susceptíveis de se operar uma reforma, uma transmutação no Espírito do homem, que, assim, jamais poderá alegar falta de desvelo, de carinho, de dedicação. O Meigo Rabi da Galileia está restaurando na Terra as primícias da sua Doutrina, "derramando do Seu espírito sobre toda a carne", conforme vaticinou o profeta Joel. As "figueiras" estão sendo "adubadas" com novos recursos, o que equivale a dizer que os homens estão sendo aquinhoados com novos ensinamentos. Novas luzes estão se descortinando nos horizontes do mundo. Deste modo, ninguém poderá alegar ignorância, já que a luz agora é difusa. As mensagens não são mais bitoladas, circunscritas, censuradas. Elas surgem de modo amplo, irrestrito, ilimitado, em todos os lares, em todas as cidades, em todas as nações. As vozes do Céu penetram pelos telhados, avassalam os corações, empolgam as almas. Quando a Jerusalém dos desencantos, das maldades e da incompreensão for totalmente eclipsada, baixará dos Céus a Nova Jerusalém, de Amor, de Paz, de Luz, e, então, cumprir-se-á o vaticínio do Mestre, e a Humanidade poderá exclamar jubilosa: "Bendito Aquele que veio em nome do Senhor." (Mateus, 23-39)
3 - RODOLFO CALLIGARIS Esta parábola encerra mais uma das extraordinárias alegorias com que o Mestre retrata a situação moral da Humanidade terrena e, ao mesmo tempo, adverte-a sobre a sorte que a aguarda, caso não tome melhores rumos. Há muitos e muitos séculos o Senhor da fazenda, que é Deus, vem esperando pacientemente que esta nossa infeliz Humanidade, simbolizada pela figueira, produza bons frutos, ou seja, alcance a maturidade espiritual, implantando na Terra o reinado do Amor, da Justiça e da lídima Fraternidade. Jesus, representado na parábola pelo abnegado e diligente vinhateiro, tem-na agraciado com sucessivas revelações, cada qual mais perfeita, visando a despertar-lhe a consciência, fazê-la compreender os seus deveres para com Deus, para consigo mesma e para com o próximo; lamentavelmente, porém, ela não os tem levado a sério, continua presa às suas ilusões e fantasias, persiste em viver apenas para si, para a satisfação de seus gozos turvos, nada realizando no campo do Altruísmo. Como derradeira ajuda no sentido de salvá-la da esterilidade a que se abandonou, Jesus houve por bem enviar-lhe o Espiritismo, para mostrar ao vivo, com o testemunho das próprias almas trespassadas, a felicidade reservada aos bons, aos que procuram ser úteis, aos que obram com misericórdia, aos justos, aos humildes, aos pacíficos e pacificadores, aos limpos de coração, aos que se consagram ao bem-estar da coletividade, e, por outro lado, os sofrimentos por que passam os infrutuosos, os vingativos, os avarentos, os depravados, os orgulhosos, os opressores, os déspotas, os fazedores de guerras, os que se dão, por interesses vis, a toda a sorte de especulações, levando as massas populares à aflição e ao desespero. Se com isto os homens se regenerarem e aprenderem a viver em paz, vinculados pelo amor, dando cada um a contribuição de seu melhor esforço para uma nova civilização, em que desapareçam as conquistas, as sujeições de um povo a outro povo, os privilégios, os desníveis sociais, etc., bem está; caso contrário, todos quantos se mostrem recalcitrantes, insensíveis ou indiferentes a esse despertamento espiritual, serão transferidos para outros planos inferiores, a fim de que não continuem ocupando lugar neste planeta, do qual se terão tornado indignos, eis que, no correr do terceiro milênio, a Terra se irá transformando em um mundo regenerador, com melhores condições físicas e morais, propiciando a seus futuros habitantes uma existência incomparavelmente mais tranquila e mais feliz. Precatem-se, portanto, os homens e as instituições humanas! Os tempos são chegados, e o Senhor virá, em breve, buscar os frutos esperados. Desta vez, se não os achar, o machado entrará em ação, pondo abaixo toda galharia infrutífera. Rodolfo Calligaris
Esta é uma parábola que enfatiza a necessidade de produzir boas obras, pondo em prática o amor ao próximo – caridade que é amor em ação e que fala do poder da fé e do constante apoio do Plano Espiritual. A encarnação é para fins úteis, para o próximo e para si mesmo (reforma íntima ou aprimoramento pessoal ou individual). Se há falha, expia-se necessariamente, inclusive no plano espiritual (umbral), dando lugar pela desencarnação a outro a quem se dará a oportunidade que o que desencarnou não soube aproveitar. Pela fé, devemos pedir o que tem utilidade espiritual, pois a esterilidade é expressão do anormal que tende a ser extirpada (a dor e o sofrimento, então, atuam como aguilhões que impelem o recalcitrante). Pelas “folhas” tem-se o exterior das aparências, mas pelos “frutos” tem-se a substância, a riqueza do íntimo que se manifesta pelo fazer boas obras e pelo constante aprimoramento individual (há, então, conflito entre exterioridade e interioridade – ego externo e eu interno). Deve-se estar pronto a dar frutos a todo tempo, pois pelo livre arbítrio se pode agir tanto no favorável como no desfavorável (ambiente, circunstâncias). E é na adversidade que o homem é testado porque ser bom entre os bons, amar a quem nos ama, dar do que abunda, é sempre precário e gera acomodação e covardia. A parábola aplica-se, enfim, tanto a homens como a instituições. Bom estudo a todos.
domingo, 25 de agosto de 2019
Questões para reflexão - Ética e Moral na Umbanda
Estas provocações são uma forma de pensarmos sobre nossas condutas e tentarmos atingir mudanças significativas dentro de nossa evolução pessoal.
São questões subjetivas, ou seja, não há certo ou errado, mas seria interessante que cada um escrevesse as respostas e daqui um tempo relesse e respondesse novamente para verificar se houve modulações.
» Analisar o significado de moral e de ética segundo o pensamento filosófico e o espírita nos faz pensar o quanto estamos imbuídos no plano material ou não. Sendo assim, observem suas condutas morais de 10 anos atrás e atuais. Observem mudanças de qualquer aspecto e crie uma conduta ética para que atinja um futuro melhor.
» Relacionar os resultados da revolução ética e moral, ora em andamento na humanidade terrestre.

Ética e Moral na Umbanda
Imagine a seguinte situação, você sente uma grande dor de dente e busca um dentista de emergência. Você encontra uma clínica próximo do local que está e entra. Na recepção você é atendido com gentileza. Logo você vê um movimento de pessoas consideráveis. Então começa a perceber que alguns saem com a mão na boca sinalizando dor, alguns saem aliviados outros indignados. Você resolve ser atendido para entender o que ocorre, até porque a dor está tão intensa que não há nada a perder.
Chega sua vez, você entra na sala simples, o dentista pergunta o que está acontecendo e sua narrativa começa. Logo você percebe falta de paciência dele, mal presta atenção no que você fala. Lhe parece que ele não está entendendo uma palavra do que está dizendo. Desconfiado você abre a boca conforme ele pede e para sua surpresa ele mexe no dente errado.
O que você faria? Voltaria neste dentista? Resolveu sua dor?
Vamos agora pensar neste mesmo caso e mudar as personagens; o dentista é um médium. Imagine que o assistido entra no terreiro precisando curar sua dor e se depara com um médium que pode não entender o que a pessoa fala, isso porque não tem o hábito da leitura e assim tem dificuldade de interpretação de texto, ou o médium deixa seus problemas o afetarem a tal ponto que acaba sendo ríspido com o assistido, ou ainda, não sabe como ajudar pois não estuda elementos nem evangelho.Além de tudo isto o comportamento dos trabalhadores é agressivo, ou indiferente.
Para que estes inter calços não ocorram, quando falamos de espiritualidade temos como dever trabalhar com ética e moral, ou seja, o ritual, o conhecimento e todo procedimento via médium, cambono e assistido são de suma importância, mas, abordagem de conceitos de comportamento e ética são imprescindíveis nos trabalhos. A Ética e Moral são conceitos de base de estruturação que arregimenta a Umbanda. Vejamos no quadro abaixo o que cada aspecto quer dizer,
Para melhor entendimento, a moral está ligada a cultura de cada trabalhador, ao modo como foi educado, como hoje vive a vida, já a ética é a melhor conduta dentro de normas realizadas por cada órgão, ou seja, dentro do nosso terreiro devemos seguir condutas éticas deferidas pela dirigência.
Sendo assim, o G.E.F.C. prima por condutas necessárias para um bom desenvolvimento moral e condutas de seriedade que nosso trabalho merece.
Vejamos:
- Tratar todos com igualdade e respeito
- Respeitar a hierarquia dentro do culto, ou seja, o dirigente é a Mãe maior Leila, na falta dela, a mãe pequena assume, Renata
- Agir utilizando a espiritualidade como ferramenta de elevação espiritual
- Ajudar os que estão iniciando
- Entender a diversidade religiosa na Umbanda com idiossincrasias peculiares a esta comunidade
- Atuar com a espiritualidade nunca atingindo pessoas negativamente, como amarrações e trabalhos se utilizando dos arquétipos e símbolos sagrados na religião de Umbanda.
- Agir em redes sociais desequilibradamente atingindo pessoas que possuem trabalhos ou pensamentos diferentes
- Dentro do cunho litúrgico os dirigentes (sacerdotes) bem como médiuns representam uma religião denominada de Umbanda, cujo suas bases, estão fundamentadas em um culto a natureza, caridade e privar pela vida de animais. Dirigentes e o corpo mediúnico bem como os seguidores (assistidos) são representantes de maneira direta da religião, sendo assim o comportamento reflete para a sociedade e frequentadores o significado pontual do que significa a Umbanda.
- Todos os trabalhadores da religião de Umbanda possuem o dever de zelar pelo espaço religioso, no trato educado uns com os outros.
- A liturgia de Umbanda fundamenta-se em Deus, nos Orixás, guias e mentores, forças de direita e esquerda. Segue um padrão em abertura de sessões respeitando esta hierarquia, onde o dirigente faz a abertura das sessões religiosas determinando o andamento do mesmo.
- Os trabalhos devem seguir o padrão de cunho elevado, primando pelo respeito com as aulas e informações passadas, roupas brancas no trabalho de direita e pretas no trabalho de esquerda.
- Os cambonos dentro da sessão religiosa devem estar ao lado do assistido para orienta-lo junto ao guia na consulta, tendo a responsabilidade de jamais falar o que se passou na orientação espiritual.
- Sendo uma religião de culto a natureza não jogamos lixo nas matas, mar, rios ou cachoeiras. Os despachos devem ser colocados em locais preparados para esta finalidade para em tempo correto ser descartado.
- Dentro das sessões espirituais, bem como dentro das dependências onde é exercido trabalho litúrgico é proibido o uso de aparelho celular.
- Fotos, imagens e filmagens de trabalhos onde está sendo executado fundamento não podem estar sendo disponibilizados em redes sociais para que não haja a profanação do sagrado e exposição de trabalhadores
- O religioso de Umbanda tem os sacramentos que garantem o batismo e casamento.
- Fica vetado o uso de qualquer bebida alucinógena dentro do rito de Umbanda.
- A Umbanda possui preceitos e deveres que deve ser seguido e respeitado por seus adeptos.
Essas normativas devem ser nosso guia frente condutas inadequadas, garantindo a proteção de cada trabalhador.
![]() |
| Moral + Ética + Caráter Evolução pessoal Vejam a entrevista abaixo sobre moral e ética na doutrina espírita. https://youtu.be/i1KC0NJ76EI |
terça-feira, 20 de agosto de 2019
Evangelho : As parábolas que foram estudas até agora
Conforme orientado , é importante estudarmos o que foi colocado até aqui e fazermos as reflexões propostas.
Lembrando que as parábolas são os nortes deixados por Jesus para nossa evolução. De nada adianta conhecimento sem sabedoria , sendo assim para que possamos trilhar nosso caminho na espiritualidade , não basta o trabalho e dedicação ao outro, é necessário que façamos a nós exatamente o que aconselhamos ou desejamos do outro .
Deixamos junto ao material e as considerações do Randolfo , links para que acessem via youtube , as parábolas que foram trabalhada até hoje.
“Até
aqui foram propostas parábolas diversas, a saber, as (i) da pérola de grande
valor e (ii) do tesouro oculto, (iii) do grão de mostarda e (iv) do fermento,
(v) do fariseu e do publicano, (vi) dos primeiros lugares, (vii) do amigo
importuno e (viii) da casa edificada sobre a rocha e da casa erigida sobre a
areia. Ao invés de hoje trazer à consideração de todos mais uma parábola,
sugiro que se releiam as já expostas, percebendo-se o quanto por elas se buscou
delinear num encadeamento crescente. As parábolas são como peças de relógio.
Isoladamente, tem cada uma delas seu valor intrínseco, mas apenas se pode
descobrir a extensão, a profundidade, a utilidade e a sabedoria contidas em
cada qual quando lidas e refletidas em conjunto continuamente. Pois bem. Vão aqui
algumas considerações a par de outras que podem ser feitas por vocês mesmos.
https://www.youtube.com/watch?v=NYaGsHj0-Yw ( Parábola de grande valor)
https://www.youtube.com/watch?v=WDBWVkxLm8g ( Parábola do tesouro escondido)
https://www.youtube.com/watch?v=zbol26Hrh7o ( Parábola do grão de mostarda)
https://www.youtube.com/watch?v=o-I2IOcXos0 (Parábola do fariseu e do publicano)
https://www.youtube.com/watch?v=bRRc2HgQCDM ( Parábola dos primeiros lugares)
https://www.youtube.com/watch?v=wmW5vyQp0E4 ( Parábola do amigo inoportuno)
https://www.youtube.com/watch?v=KAMW4xk5d5I ( Parábola da casa edificada sobre uma rocha)
Vivemos
encarnados. Temos dúvidas e questionamentos, mas pouco nos dispomos a ir atrás
de respostas. E as parábolas da pérola de grande valor, do tesouro oculto, do
grão de mostarda e do fermento como que indicam onde ou como buscar respostas e
ainda mais, o que e como verdadeiramente questionar além de também indicarem
para que questionar, visto que a maioria das questões que suscitamos nem são
existenciais e então pouco dizem sobre nós, mas meramente sobre as
circunstâncias – passageiras, precárias, efêmeras – em que vivemos. Cuida-se,
então, dos efeitos, mas não das causas. Estas, incólumes como ficam por aquela
postura errônea, nos fazem continuamente vivenciar as mesmas circunstâncias da
vida, insatisfeitos, infelizes, ingratos e tomados de dúvidas e frustrações.
Vivemos, então, imersos em ilusões e circunstâncias que se repetem,
literalmente desperdiçando o tempo.
“Materializado
como está, o homem prefere sempre os bens aparentes e perecíveis, porque os
considera positivos; os bens reais e imperecíveis ele os julga abstratos. A
Parábola do Tesouro escondido é significativa e digna de meditação: o homem
terreno morre e fica sem seus bens; o homem espiritual permanece para a vida
eterna e o tesouro do Céu, que ele adquiriu é de sua posse permanente” “Quem se
disponha a assim proceder, sobrepondo os interesses da alma a quaisquer outros,
não deve temer que lhe venha a faltar o necessário à subsistência, porquanto
Jesus nos assevera, no seu Evangelho, que, ‘se buscarmos primeiramente o reino
de Deus e a sua justiça, todas as outras coisas nos serão dadas de acréscimo’”.
“O estudo e a pesquisa dilatam-lhe os horizontes de percepção; adquire uma fé
viva e inabalável, porque baseada no conhecimento; expande-se sua consciência
espiritual; o esforço e a boa vontade levam-na às mais esplêndidas realizações
no campo do Bem; e assim, num aperfeiçoamento diuturno, vem a constituir-se um
ponto de apoio a outras criaturas, que dela se acercam, sequiosas de ajuda e
refrigério para os seus males., como as aves buscam repouso na sombra amena e
acolhedora do arvoredo”.
Queremos.
Não conseguimos e, frustrados, revoltamo-nos sem nem nos questionarmos sobre o
porquê de não termos o que desejamos. A frustração sobrevém, mas não sabemos
lidar com ela. Nem mesmo buscamos saber se há mérito naquilo que queremos, se
irá faltar a alguém injustamente, se é moral e espiritualmente correto o que
desejamos e enfim se o que queremos mais nos beneficiará do que nos
prejudicará. Exigimos e cremos ter o direito de sermos prontamente atendidos,
porém nós mesmos pouco nos pomos à disposição de atender a quem nos busca e
quanto menos buscar a quem sabemos que precisará ser por nós atendidos. São
posturas que contraindicam o que se quis pelas parábolas do fariseu e do
publicano, do amigo importuno e dos primeiros lugares apontar como posturas
corretas. O orgulho, o egoísmo, a insensibilidade fazem-nos pensar como
merecedores não só do melhor, mas do primeiro lugar, mas não se pensa
minimamente sobre se temos conosco imperfeições e defeitos que nos colocam
longe de qualquer mérito e se o que buscamos apenas irá aprofundar estas
imperfeições e defeitos. E não apenas isto, porque, insatisfeitos, queremos
reconhecimento de valores que não temos e que refletindo as imperfeições das
pessoas que nos cercam, igualmente cegas, nos põem permanentemente uns aos
outros iludidos. Prendemo-nos, então, em um círculo vicioso
O
orgulho é um dragão devorador, que destrói todas as qualidades do Espírito;
enquanto a humildade, ao olhar de Deus, nos eleva à dignidade dos justos! Vale
mais ser publicano e miserável, do que fariseu coberto de ouro e de pedras
preciosas.” “Na verdade, é muito mais fácil vermos o defeito alheio, do que corrigirmos
os nossos próprios. No entanto, é importante que procuremos sempre ponderar
sobre os comentários desairosos que possamos fazer, pois, de um modo geral,
preocupamo-nos mais com defeitos insignificantes em nosso próximo, e não
aquilatamos sobre a montanha de erros que dormita dentro de nós mesmos.”
E
enfim, passado o tempo, vemo-nos a habitar casas erigidas sobre areia e não
casas construídas sobre rochas. Mas a rocha a ser buscada reclama trabalho
perseverante (parábola do servo trabalhador), vontade e querer, resiliência,
autoconhecimento, reconhecimento e superação de erros e consciência de que não
se pode viver em uma bolha de conforto, logo, em contínua fuga das adversidades
e na ilusão de falsas realizações, como se a vida fosse prazer e satisfação
contínuas, porque a verdadeira vida é um processo contínuo de autotransformação
a enriquecer-nos interiormente, pondo-nos então a salvo de nós mesmos nas
circunstancias várias por que temos de passar – e que nos fazem, ao invés de
desabar pela dificuldade própria delas, trabalhar para superá-las ou, não sendo
possível, ao menos com elas conviver na melhor condição pessoal - ao longo da
existência. A escolha é de cada um. Podemos ser o galho que flutua ao sabor das
águas ou o barco que as singra conforme objetivos por nós mesmos traçados. Bom
domingo a todos.”
Contribuição
:Randolfo
segunda-feira, 12 de agosto de 2019
Aula 2 – Magia das formas- Geometria Sagrada
Aula 2 – Magia das formas- Geometria Sagrada
Magia: A
Palavra “Magia” provém do persa “magus” ou “magi”, que significa “sábio”.
Já foi chamada muito remotamente de Grande Ciência dos Magos”
o que hoje denominamos de ocultismo. Seus fundamentos são ritualísticos e
cerimoniais com base nas forças e formas da natureza a ligando com o Divino.
Assim sempre que
combinamos elementos, cores, formas, estados da natureza, cheiros entre outros estamos
praticando magia.
Mas um processo magístico somente será completo quando
existir a “Intenção”.
A intenção é nada mais que a força de vontade de quem pede,
também conhecida como FÉ, e a disponibilidade e concentração de quem está disposto
a realizar este ritual (no nosso caso, o médium).
Na aula de hoje, vamos falar da matemática sagrada. Números
e formas geométricas que combinadas, são capazes de ativar estágios de consciência
plenos e transmutar pensamentos, transformando atitudes, possibilitando a mudança
de vidas, pensamentos, status e muitas outras coisas que permeiam nosso
cotidiano.
Para começarmos o estudo vamos falar de duas energias fundamentais
que regem este planeta e seus respectivos habitantes ( isto falando dos reinos :
mineral , animal e vegetal), são elas :
Os ocultistas ,
acreditavam que é a melhor representação pois é o poder Divino que descende do
céu.
Energia ligada à terra , está ligada aos instintos , ao sexo
, a energia vital, e seu sentido e de ascendência ao céu.
As representações tanto da Fohat como da Kundalini são representadas
por triângulos pois são energias manifestadas.
Figuras mais trabalhadas
Composto por três linhas formando 3 ângulos, temos aqui simbologia
geométrica e numérica 3.
3 – Trata-se
de “Manifestação”. Assim toda vez que queremos que algo se realize, ou se
manifeste, usamos sempre o três.
Dentro dos rituais de magia, costumamos a usar o triângulo,
sempre que desejamos que algo se torne uma realização plena.
SEGUNDA FIGURA GEOMÉTRICA E SUA CORRESPONDÊNCIA NUMÉRICA: O Quadrado
Composto por quatro linhas formando quatro ângulos, temos
aqui a simbologia geométrica e numérica do 4.
4 – Trata -se da “Estrutura”. Sempre
que buscamos estruturar, dar embasamento, usamos a magia do 4.
TERCEIRA FIGURA GEOMÉTRICA E
SUA CORRESPONDÊNCIA NUMÉRICA: Estrela de 5 pontas
Formado por cinco pontas, ou mesmo 5 triângulos, representa
os desafios que muitas vezes temos que passar e vencer para podemos evoluir e
por fim segundo os mestres ocultistas, ascender para Deus. Trata-se na geometria
divina como o Pentagrama.
5 –
O “Desafio”, nos lembra que temos obstáculos constantes em nossas vidas e
precisamos da força para os transpormos e evoluir.
Atenção nos processos de magia, há duas formas de se
trabalhar com a estrela de cinco pontas:
- . Magia Branca :

- Magia Negra:
A Ponta de estrela está voltada para baixo, representa as trevas
e tudo que a ela está ligada. Usado para quando se quer prejudicar alguém
Curiosidade: O Pentagrama representa Lúcifer em sua
queda como anjo dileto de Deus. Se contarmos temos 5 triângulos, ou seja, 5
pontas formadas 5 triângulos de três linhas.
5 x 3 = 15 - é o número que representa o Diabo
QUARTA FIGURA GEOMÉTRICA E SUA CORRESPONDÊNCIA NUMÉRICA: Estrela
de 6 pontas
Formado por dois triângulos, representa a estabilidade, o
Equilíbrio. É conhecido como o Selo de Salomão, a estrela de Davi que segundo
conta os relatos bíblicos, guiou os três reis Magos ao encontro de Jesus Cristo
em seu nascimento.
Curiosidade: Esta é a estrela de Belém, eu na verdade não
foi uma estrela que guiou os Reis Magos , mas sim um fenômeno astrológico , de
sobreposição dos plantas Júpiter e Saturno
em alinhamento com a Terra e a Lua que fizeram tamanho brilho no céu no momento
do nascimento de Jesus Cristo.
Trata-se da junção da Fohat e da Kundalini – o que promove o
equilíbrio
QUINTA FIGURA GEOMÉTRICA E SUA CORRESPONDÊNCIA NUMÉRICA: Lua
7 -
Um dos símbolos mais importantes da magia, representa a transformação, a
transmutação. Número cabalista sempre é usado quando for necessário transformar
algo.
A Lua representa um semicírculo, altamente místico, pode ser
interpretado, como uma taça, o que nos faz lembrar que é necessário mudarmos
sempre que nossa taça se enche. Que precisamos de renovação, de mudar uma
energia, uma condição uma situação.
Ex: 7 ervas, 7 velas, sete linhas (na Umbanda) sete mestres ascensos.
SEXTA FIGURA GEOMÉTRICA E SUA CORRESPONDÊNCIA NUMÉRICA: Lemniscata
8 – O
infinito, são dois círculos que se fundem e se cruzam num eterno ciclo e
eternização da alma, Deus em sua essência. A Justiça, prosperidade, trata-se
também do equilíbrio cósmico. Os processos evolutivos são constantes.
Ainda temos os números:
1 – O
começo , o início de tudo, representa os Magos , alto poder pois é a partir do começo que
tudo podemos fazer, construir uma história
2 –
Representa a dualidade : O bem é o mal
9 - Conexão com a espiritualidade (religare), reconquista da fé, novos caminhos que se abrem para o espírito, o reencontro com nossa essência angélica. O número nove é três vezes a manifestação, sendo o número da perfeição. Muito usado em magia branca, para unir elos quebrados por magias e muito usado na magia negra para quebra de elos trinos. Tudo vai depender das cores de velas e da intensão do trabalho.
10 – O Recomeço passamos nossa experiência e com isto precisamos recomeçar. Neste recomeço colhemos aquilo que plantamos.
10 – O Recomeço passamos nossa experiência e com isto precisamos recomeçar. Neste recomeço colhemos aquilo que plantamos.
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